quarta-feira, maio 25, 2005

Emprestem-me seus olhos

Para o pouco que vou escrever.
O tempo de todo é curto
Mas espero que o pouco que furto
Possa de algo valher.

Porém, as palavras agora me fogem,
Assim como meus leitores
E, nessa solidão por fim, não guardo rancor.

Imagino e crio, como tantas vezes fiz.
Se alguém vá ler, não sei. Vais lêr?
E, se discordar, terás algo a propôr?

2 comentários:

Anônimo disse...

Olha: já não estás sós.
E se queres saber
o que será de nós,
tenta o Tempo esquecer;
e não pense que furtas
o que sempre foi teu;
nem pense que é pouco
o que agora é meu.

Anônimo disse...

ei li,
(lapso)
e gostei

até mais saru!!