O saco dos seis demônios!
Agora, me diz uma coisa: para o quê que isso serve, ein?
sábado, julho 23, 2005
domingo, julho 17, 2005
- acima de above
- o que você disse?
- nothing.
- disse sim, que eu ouvi.
- did i sad it out loud?
- foi.
- shit. i hate when it hapens.
- acontece.
- all the time.
- sabe porquê?
- no.
- porque pensa demais.
- where's my mind?
- isso é duendes.
- oh, realy?
- e isso é tarantino.
- today is the day, han?
- eu a tenho.
- i want to be alone, ok?
- dia verde.
- you really got me.
- torções ou perverções?
- why don't you get a job?
- descendência, prole...
- don't stand so close to me!
- polícia!
- go with the flow!
- rainhas da idade das trevas!
- anyway you want it!
- raimundos!!!
- is it enough?
- no lo sé... est-il assez?
- oddly and curiously enough...
- nothing.
- disse sim, que eu ouvi.
- did i sad it out loud?
- foi.
- shit. i hate when it hapens.
- acontece.
- all the time.
- sabe porquê?
- no.
- porque pensa demais.
- where's my mind?
- isso é duendes.
- oh, realy?
- e isso é tarantino.
- today is the day, han?
- eu a tenho.
- i want to be alone, ok?
- dia verde.
- you really got me.
- torções ou perverções?
- why don't you get a job?
- descendência, prole...
- don't stand so close to me!
- polícia!
- go with the flow!
- rainhas da idade das trevas!
- anyway you want it!
- raimundos!!!
- is it enough?
- no lo sé... est-il assez?
- oddly and curiously enough...
terça-feira, julho 12, 2005
vida diet
John:::
A gente se acostuma com tudo,
a tudo a gente se habitua
E até não ter um lugar, dormir na rua,
a tudo a gente se habitua
Me habituei ao pão light, à vida sem gás,
o meu café tomo sem açúcar
E até ficar sem comer, sem te ver,
a gente custa mas se habitua
quinta-feira, julho 07, 2005
última fantasia
Toda grande estória, possui um grande fim.
Assim como pode, ou não, continuar.
E essa, com um grande final,
Continua de forma espetacular.
Uma estória que se confunde com aquela história.
A sem fim, pelo nada tomando conta de tudo.
Pela fantasia de uma imperatriz criança,
E na esperança de um jovem e bravo guerreiro.
Diferente de outros, existentes ou não,
Esse não vem munido de uma armadura espetacular.
Mas como um simples garoto esportivo.
Que no final, perece, desaparecendo no ar.
Era uma vez um conto em Spira.
De dois corações que se encontraram e juntos lutaram.
Mas não puderam terminar juntos,
E viver no mundo que salvaram.
Meu nome não é Bastian.
E muito menos estava lendo.
Mas vivi de forma semelhante,
Sabendo o que estava acontecendo.
Como um espectador participante,
Registro aqui um marco.
Que encerra um jogo
E começa outro.
Assim como pode, ou não, continuar.
E essa, com um grande final,
Continua de forma espetacular.
Uma estória que se confunde com aquela história.
A sem fim, pelo nada tomando conta de tudo.
Pela fantasia de uma imperatriz criança,
E na esperança de um jovem e bravo guerreiro.
Diferente de outros, existentes ou não,
Esse não vem munido de uma armadura espetacular.
Mas como um simples garoto esportivo.
Que no final, perece, desaparecendo no ar.
Era uma vez um conto em Spira.
De dois corações que se encontraram e juntos lutaram.
Mas não puderam terminar juntos,
E viver no mundo que salvaram.
Meu nome não é Bastian.
E muito menos estava lendo.
Mas vivi de forma semelhante,
Sabendo o que estava acontecendo.
Como um espectador participante,
Registro aqui um marco.
Que encerra um jogo
E começa outro.
sexta-feira, julho 01, 2005
Cavaleiro Inexistente
::: ítalo calvino
- Viram passar um cavaleiro?
- Qual? Já vimos dois e você é o terceiro.
- O que corria atrás do outro.
- É verdade que um deles não é um homem?
- O segundo é uma mulher.
- E o primeiro?
- Nada.
- E você?
- Eu? Eu... sou um homem.
- Benza Deus!
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