Para o pouco que vou escrever.
O tempo de todo é curto
Mas espero que o pouco que furto
Possa de algo valher.
Porém, as palavras agora me fogem,
Assim como meus leitores
E, nessa solidão por fim, não guardo rancor.
Imagino e crio, como tantas vezes fiz.
Se alguém vá ler, não sei. Vais lêr?
E, se discordar, terás algo a propôr?
2 comentários:
Olha: já não estás sós.
E se queres saber
o que será de nós,
tenta o Tempo esquecer;
e não pense que furtas
o que sempre foi teu;
nem pense que é pouco
o que agora é meu.
ei li,
(lapso)
e gostei
até mais saru!!
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