Religião é coisa íntima, de cada um. Por isso não posso cometer a violência de impor uma religião, uma doutrina aos meus filhos, apenas para atender às exigências da sociedade em que vivemos. Quando meus filhos crescerem, cada um escolherá seu caminho: ou ter religião alguma, ou escolher a religião que preferir, a que achar a mais certa. Minha obrigação é deixar que eles próprios façam suas comparações, tirem suas conclusões. Eu não me ofenderei, nem ficarei magoado se cada um de vocês, meus filhos, se batizar, não importa em que religião, quando forem maiores e souberem escolher. Quando crescerem não poderão me acusar de tê-los encaminhado para uma determinada religião nem de tê-los obrigado a me seguir em meu ateísmo.
-Ernesto Gattai
2 comentários:
Acho que se pelo menos 50% dos brasileiros pensassem assim, nosso mundo seria melhor... (E, de resto, torcer para nascer em uma família de dentre os 50%!!!)
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