"Religião é coisa íntima, de cada um. Por isso não posso cometer a violência de impor uma religião, uma determinada doutrina aos meus filhos, apenas para atender às exigências da sociedade em que vivemos.
Quando meus filhos crescerem, cada qual escolherá seu caminho: ou não ter religião alguma, ou escolher a religião que preferir, a que achar mais certa.
Minha obrigação é deixar que eles próprios façam suas comparações, tirem suas conclusões.
Eu não me ofenderei, nem ficarei magoado se cada um de vocês, meus filhos, se batizar, não importa em que religião, quando forem maiores e souberem escolher.
Quando crescerem não poderão me acusar de tê-los encaminhado para uma determinada religião nem de tê-los obrigado a me seguir em meu ateísmo."
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