Estava com muita vontade de tocar. Fazia muito tempo que a minha guitarra estava parada, guardada. Até as cordas enferrujaram. A programação da minha pedaleira estava toda trocada e meus cabos arrebentados.
Troquei as cordas, programei a pedaleira e soldei os cabos.
O Marcelo esteve aqui em casa hoje. Tocamos um pouco, conversamos muito, planejamos... Dessa vez essa banda sai.
Vai fazer dois anos desde que a minha antiga se dissipou. Já tive duas bandas. A Blueberry e a Notalgia (assim mesmo, sem o “s”).
Em ambas sempre tocamos músicas próprias. Na primeira - Blueberry - eu tocava guitarra. Era uma banda sem baixo. A Luiza tocava a outra guitarra, o Júlio tocava bateria e a Roberta tomava conta dos vocais. Tocávamos basicamente Cranberries (taí o motivo do nome da banda), mas tínhamos algumas próprias, de autoria da Roberta.
Essa banda durou mais ou menos uns seis meses. Participamos da segunda edição do AmTEC (Amostra de Talentos do Estadual Central) e ficamos em terceiro lugar. Muito Bom! Mas infelizmente, por vários motivos, a maioria pessoais / individuais, a banda se separou.
A segunda - Notalgia - era uma banda completa. Duas guitarras – Menezes e Butt-Head –, uma bateria – Georginho – e eu no baixo. O Menezes cantava a maioria das músicas e eu e o Butt fazíamos os back-vocals. Foi uma época ótima. Nos dávamos hiper bem. O nosso repertório era composto por músicas próprias, entre elas: Flores Mortas, Apelo e a clássica Vovó Dentuça, e músicas cover do Nirvana.
Porém, felizmente, eu mudei bastante. Mudei principalmente porque eu queria viver. Viver de um jeito diferente. Viver de um jeito normal. Foi nessa mesma época que me tornei Straightedge e parei de comer carne. Deixei de ser um punk podrão. Cortei o moicano e tomei um banho.
Dessa forma, acabei me afastando da banda. Um mês depois recebi a notícia de que eles tinham desistido de continuar. O Menezes continuou com um outro projeto paralelo, a Natural, e cada um dos outros componentes tomou um rumo diferente.
Agora estou com um novo projeto. Ainda não definimos muita coisa. Nem mesmo o “estilo” (odeio essa palavra!). Nem mesmo o nome (aceito sugestões!). A única coisa que temos definidas são três musiquinhas: The Wizard – Blind Guardian, Smoke on the Water – Deep Purple e Theme Song from Buffy, the Vampire Slayer. Ah, e é claro os componentes:
– Eu – guitarra + vocals;
– Marcelo – baixo + vocals;
– Juninho – guitarra + vocals;
– Sérgio – bateria + vocals.
Estamos definindo ainda outras músicas para o repertório. Na verdade temos uma quarta música, mas vou deixar no suspense.
Hoje foi mais uma experimentação das músicas próprias. Eu queria saber se as nossas musiquinhas ficavam boas na guitarra. Pois é, eu só as tinha tocado no violão antes. Ficou massa, apesar da configuração da pedaleira não estar muito boa. O Marcelo as pegou no baixo. Espero que ele tenha gostado. Como até hoje, apenas duas pessoas tinham escutado-as, eu fico na dúvida se elas são realmente boas. E aí Marmário? Gostou?
Bem, no mais é isso.
Aguardo sugestões de nomes. Nada relacionado a estilo. Tipo “num sei o que BLUES” ou “é isso ae HC”. Não. Mas qualquer um que vier, está valendo. :o)
[]’s e até a próxima!
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